Cada um faz o que quer na praia

Por Carlos Damião (ND, 12/12/2011)

O fato de a temporada de veraneio ainda não ter começado não quer dizer que os órgãos públicos devam ficar distantes das praias. No sábado (10/12), em Canasvieiras, o movimento de turistas e moradores era muito intenso, com problemas até para estacionamento, flanelinhas, ambulantes de todas as partes (inclusive argentinos) abordando as pessoas, num clima de “piscinão de Ramos”.

Nada de fiscais ou quaisquer outros agentes públicos para acompanhar a rotina da praia, transformada numa verdadeira anarquia. Uma cidade turística precisa, necessariamente, mostrar aos visitantes que tem um mínimo de organização e eficiência. Mais ou menos como naquela história: não basta ser bonita, tem que se apresentar como tal.

Amadorismo

Ainda quanto à pré-temporada na praia, destaque para a presença de um grande número de “guias” turísticos, muitos deles esgarçando-se num portunhol de dar dó. Quem frequenta nossas praias há duas, três décadas, percebe que essa característica – do mais puro amadorismo – vem se repetindo ano após ano, de forma irritante.


Publicado em 12 dezembro de 2011

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Meio Ambiente, Radar
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