Uma revolução na gastronomia de Floripa

A Capital já passou por três ocupações de pré-cabralianos (Homem do sambaqui, Jês do Sul – atuais Xoklengs e Kaingangs – e Guaranis), europeus, africanos, orientais, sul-americanos de outros países e caribenhos. Todo este “caldeirão” cultural enriqueceu a culinária de nossa ilha justificando o título recebido em 2014 de Cidade Criativa da Gastronomia, chancelado pela UNESCO.

Cada migração ou imigração se reflete em nossa cultura gastronômica. Além disso, estamos na vanguarda da gastronomia brasileira: nosso estado é o único que tem uma lei que permite ao pescador artesanal comercializar peixes e frutos do mar diretamente com restaurantes, sem que haja a necessidade destes produtos passarem por inspeção. Com isso, esses insumos chegam com mais facilidade e velocidade ao destino final, garantindo, portanto, a oferta de produtos de melhor qualidade.  Somos também o único estado da federação onde a coleta de ouriços é regulamentada.

Porém, há que se considerar um fato importante que nos passa despercebido: a introdução de modalidade de pesca também pode alterar os cardápios de uma cidade, e por aqui, um exemplo concreto e vitorioso ocorreu por meio de uma modalidade de pesca: a subaquática. Foram os pescadores submarinos que introduziram novos peixes, frutos do mar e pratos nos menus por aqui. Se atualmente temos acesso a frutos do mar como lagostas, vieiras, ouriços, polvos; e pratos como moqueca e “Coquilles”, é porque esses mergulhadores os introduziram.

(Confira a matéria completa em Revista Mural)


Publicado em 07 janeiro de 2026

Categorias:
Gastronomia, Meio Ambiente, Radar
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