Ilha de peculiaridades: crescimento de Florianópolis tenta superar debate ambiental
Elevações, costões rochosos, dunas e restinga fazem parte do cenário da Ilha de Santa Catarina, cujas belezas são enaltecidas em poemas, músicas e suspiros de quem admira a natureza em Florianópolis.
Essa diversidade dá a Florianópolis uma característica própria que nem mesmo as outras duas capitais brasileiras em território insular possuem. São Luís, no Maranhão, e Vitória, no Espírito Santo, compartilham apenas o fato de serem ilhas.
Com metade do território de Florianópolis ocupado por área de proteção permanente, é preciso muita atenção antes de colocar a mão na massa e iniciar um projeto de construção, seja residencial ou comercial.
O Plano Diretor da cidade, cuja revisão ocorreu o ano passado, estabeleceu novos critérios para a construção civil, priorizando o desenvolvimento de áreas compactas.
Isso significa formar núcleos urbanos que possam se desenvolver em determinada área da cidade. Ruas e avenidas com esse potencial de eixo viário estão sendo chamadas de “áreas de desenvolvimento incentivado”.
É a forma encontrada pela Prefeitura de Florianópolis para atrair o mercado imobiliário para esses locais. A intenção também é de misturar usos: além de unidades residenciais, instalar comércio e serviço.
“A cidade está muito espraiada, e a mancha urbana fazendo pressão em cima das áreas naturais”, diz o superintendente de Planejamento e Gestão Territorial, Kaliu Teixeira. Com esses eixos, a cidade se desenvolverá de forma organizada e inteligente.
(Confira a matéria completa em ND, 16/07/2024)
Publicado em 16 julho de 2024