Da Coluna de Estela Benetti (NSC, 05/03/2018)
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) vê potencial de uso sustentável de sobras da maricultura e carcinicultura (criação de crustáceos) no Brasil. Quem está à frente desse projeto é o engenheiro e doutor em Aquicultura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Fabrício Nunes, consultor técnico FAO Brasil na Secretaria de Aquicultura e Pesca vinculada ao Ministério do Desenvolvimento (Mdic). Ele está iniciando levantamentos sobre como são usadas conchas de ostras e mariscos em Santa Catarina e sobras de camarões no Nordeste. O objetivo é avaliar o que já existe, como ampliar e indicar novas alternativas de uso sustentável, com parceria de governos, universidades e empresas.
– Santa Catarina concentra toda a produção de ostras do Brasil e boa parte da produção de mexilhões que atende mercados. O Nordeste concentra 95% da produção de camarão cultivado do país. Por isso, o trabalho será focado nessas duas regiões – diz Nunes.
Segundo ele, as conchas de ostras e mexilhões já são usadas com êxito como matérias-primas na construção civil. Um exemplo foi o projeto do calçamento da orla da Beira-mar Norte, em Florianópolis. Na Coreia do Sul também há exemplos positivos, observa o engenheiro. No caso do camarão, é possível extrair diversos produtos biológicos importantes das sobras. Um deles é a quitosana, um dos melhores produtos para limpar mares afetados por petróleo. Mas outros produtos podem ser pesquisados.
Na avaliação de Nunes, há pouca pesquisa nessa área de biologia marinha voltada ao uso comercial. No mundo, 84% das patentes sobre produtos do mar envolvem algas, 3% esponjas, 3% pepinos do mar e 7% outros organismos aquáticos. Este programa da FAO envolve sugestões estudos de viabilidade técnica e ambiental para projetos industriais e outros.
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