Que o plano salve o melhor de Florianópolis

Por Carlos Damião (ND, 28/11/2013)
Ânimos acirrados, conflitos explícitos ou implícitos, espíritos contrariados: tem sido assim a votação do Plano Diretor de Florianópolis, desde a primeira sessão da Câmara, na terça, 26. E nem poderia ser diferente. Ou alguém imaginava que o documento seria votado de forma tranquila, como se fosse uma matéria comum, dessas de tramitação rápida e burocrática? Nada disso. É o maior e mais importante desafio enfrentado pelos vereadores em 2013 – e, salvo exagero do colunista, em toda a atual legislatura, que vai até 1º de janeiro de 2017. Destaque-se como positiva a atuação do Ipuf (Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis), que vem dando, desde os primeiros dias, o suporte técnico necessário aos legisladores. Por causa disso, bobagens e manobras suspeitas caíram por terra rapidamente, sem qualquer discussão de mérito. A conferir os próximos passos. Ao fim e ao cabo surgirão muitas dúvidas e mais protestos. O que será compreensível, sob qualquer perspectiva, porque, como já dissemos, é impossível obter consenso em torno de matéria tão complexa. Nossa esperança mais evidente é que o Plano Diretor ajude a salvar o que restou de melhor em Florianópolis.


Publicado em 29 novembro de 2013

Categorias:
Desenvolvimento, Planejamento, Plano Diretor, Radar
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