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Artigo escrito por Juan Quirós – Vice-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (DC, 31/01/2012)

Com a proximidade da Rio+20, a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, é fundamental que os governos e a sociedade mobilizem-se e se debrucem sobre o tema, considerando ser o evento uma oportunidade de se conter a tempo as consequências do efeito estufa, resgatar a qualidade ambiental e equacionar o abastecimento de água e a segurança alimentar. A humanidade está atrasada na agenda de sua sobrevivência, considerados os pífios resultados de iniciativas como o Tratado de Kyoto e a Agenda 21, documento basilar da Rio 92.

É fundamental o engajamento das empresas, que, independentemente das decisões governamentais, podem fazer muito. Felizmente, observa-se no universo corporativo dos mercados emergentes que cresce o número de organizações preocupadas. Uma contribuição no sentido de sensibilizar as empresas e a sociedade quanto à importância das práticas sustentáveis é a disseminação de suas vantagens.

Exemplos inequívocos encontram-se nas chamadas construções sustentáveis, caracterizadas pela presença de painéis de energia solar; captação da chuva, dispositivo de redução do consumo e reutilização da água; utilização de materiais novos recicláveis, que possam ser usados nas reformas; fonte de energia eólica; filtros e sensores de dióxido de carbono, melhorando a qualidade do ar interno; aproveitamento de ventilação e iluminação naturais; paisagismo com espécies nativas; e mínima ocupação do solo, favorecendo a permeabilidade.

O avanço dos conceitos de sustentabilidade na arquitetura e construção suscita oportunidades no tocante ao desenvolvimento de produtos, materiais, serviços e tecnologia. Implica, porém, os desafios de estimular esse movimento nos sistemas produtivos e incentivar a pesquisa e inovação. O compromisso com a sustentabilidade não pode mais ser adiado. Se na Rio 92 a situação do planeta era de alerta, na Rio+20 é de emergência. Mais do que nunca, as empresas devem ser agentes de desenvolvimento e o poder público, instrumento de transformação.

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