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Turismo e qualificação

Na reta final para a abertura da próxima temporada de verão, hotéis, bares, restaurantes e lojas precisarão contratar 42 mil empregados temporários para dar conta do aumento sazonal da demanda por esses serviços em SC. Apontado pela revista Viagem e Turismo como o melhor destino turístico do país pelo quinto ano consecutivo, o Estado deve investir, sempre mais e melhor, tanto em infraestrutura e serviços públicos rodovias, aeroportos, segurança, sinalização etc quanto na formação e qualificação dos profissionais que atuam no setor para que não venha a ser preterido, mais adiante, em benefício de outros destinos.

Apesar da forte demanda por mão de obra, neste limiar de mais uma temporada de sol e mar, não está fácil contratar os funcionários necessários, eis que a falta de qualificação profissional para o setor – um dos mais sólidos pilares da economia regional – ainda perdura. Para melhorar sempre mais o seu desempenho e continuar surfando nessas boas ondas, o Estado – poderes públicos e iniciativa privada – deve seguir a recomendação da Organização Mundial do Turismo, segundo a qual a atividade não pode ser dissociada do restante da economia. Chega a ser um truísmo dizer que não há turismo de qualidade onde não há qualidade de vida e onde o amadorismo dá as cartas.

Turismo de qualidade exige profissionais qualificados para as diversas funções do receptivo. E, segundo os dirigentes das entidades empresariais do setor, não está fácil encontrá-los. Ao poder público – nas três esferas de competência – e ao próprio empresariado queixoso cabe tomar iniciativas para ampliar o número de cursos e treinamentos capazes de dar resposta à altura a esta carência que se agrava, ano após ano, sob pressão da demanda, e assim garantir a posição de liderança hoje desfrutada pelo turismo catarinense. Aposta de retorno certo e farto.

(Editorial, DC, 04/11/2011)

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