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08/12/2009
Brasil teme manobra para derrubar financiamento contra aquecimento global
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Artigo escrito por Mauro Passos – Presidente do Instituto Ideal (DC, 08/12/2009)

Começou a Conferência do Clima em Copenhague. Por mais que queiram reduzir a importância desse encontro, a expectativa é grande. Líderes dos principais países vão estar lá. Os formadores de opinião de cada canto do planeta, também.

Portanto, não tratar das mudanças climáticas, com responsabilidade, será cobrado por toda a humanidade. Nos principais pontos da cidade, cartazes com os principais líderes, envelhecidos pelo tempo, advertem e cobram por um eventual fracasso que possa ocorrer na capital da Dinamarca.

O último documento público do G-20 sobre seguridade energética e mudança climática, se cumprido por todos, já é um bom começo. Ao afirmar que o acesso a fontes de energia diversas, acessíveis e limpas é fundamental para o crescimento sustentável, os países se comprometem com mudanças.

Melhorar a eficiência energética, por exemplo, é importante nas próximas décadas. Com os preços crescentes dos combustíveis fósseis, a tendência é acabar com os subsídios que alguns países insistem em manter. Dessa forma, combate-se o desperdício no consumo e cria-se a cultura da eficiência energética.

Em paralelo, o documento propõe medidas objetivas de estímulo a investimentos, promoção e transferência de tecnologia em energia limpa. Com o aumento da oferta mundial de energias renováveis, promove-se um crescimento sustentável e ameniza-se o efeito perverso das mudanças climáticas. Com isso, os líderes do G-20 informam ao mundo sobra a sua vontade de se comprometerem com o futuro da humanidade.

Os governantes e lideranças mundiais certamente sabem, também, que a recuperação econômica, para ser duradora, precisa incorporar o novo, e o novo está na sustentabilidade, nos carros elétricos, na energia solar e na criação de empregos verdes.

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