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Transporte coletivo: Há 10 anos, protestos marcaram votações

Em fevereiro de 1999, quando o transporte coletivo de Florianópolis foi regulamentado, a cidade vivenciou dias tensos.
No dia 23 daquele mês e ano, a presidência da Câmara de Vereadores precisou pedir a presença da Polícia Militar para garantir a primeira votação do projeto que estabelecia a regulamentação.
Entre outros pontos, o projeto previa a renovação da concessão por 10 anos, prorrogáveis por mais 10, e o término da participação de entidades populares no Conselho Municipal de Transporte.
Estilhaço de bomba atinge vereador
Manifestantes, a maioria estudantes e sindicalistas que eram contra a concessão, chegaram a jogar ovos e moedas nos vereadores e no painel eletrônico. Trinta policiais foram ao local.
Algumas das pessoas que protestavam contra o projeto alegaram ter sido agredidas pela polícia.
Por causa da confusão, a sessão ficou suspensa por quase uma hora.
No dia seguinte, durante a aprovação em segundo turno, seis pessoas ficaram feridas nos protestos no Centro da cidade.
Policiais militares e manifestantes se enfrentaram na Praça XV de Novembro. No conflito, os militares jogaram duas bombas de efeito moral e duas de gás lacrimogêneo para dispersar o protesto.
Os estilhaços atingiram a perna de um fotógrafo e o olho do vereador Márcio de Souza, que está na Câmara atualmente. Na época, ele também fazia parte do Legislativo.
O confronto começou depois que as portas da Câmara de Vereadores foram fechadas, impedindo que a população acompanhasse a votação, e após um estudante de 15 anos ser detido por jogar um tomate contra o prédio da Câmara.
Na época, os parlamentares disseram que, até então, nunca havia ocorrido uma sessão com portas fechadas.
Cerca de 150 pessoas participaram dos protestos na frente da Câmara. A Polícia Militar montou uma linha de isolamento para proteger o prédio.
(DC, 03/02/2009)

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