Projeto instala armadilhas fotográficas e registra espécies raras e ameaçadas

Uma iniciativa do Projeto Fauna Floripa, parceria entre a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Fundação Municipal do Meio Ambiente (Floram) e o Instituto do Meio Ambiente (IMA), instalou “armadilhas fotográficas” em florestas de Florianópolis e registrou espécies raras e ameaçadas. Em reportagem veiculada no ND+, o professor e pesquisador Guilherme Brito, do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC, listou uma variedade de espécies que correm riscos de extinção na capital catarinense.

“A gente tem uma frase super famosa na conservação que é: ‘a gente não conserva o que não conhece’. Então é muito importante a gente fazer um trabalho de divulgação para a população saber que existem esses bichos relativamente ameaçados por aí, e que preservando os ambientes dele a gente pode preservar essas espécies”, afirmou Guilherme Brito à reportagem.

O Projeto Fauno Floripa realiza o levantamento das espécies de mamíferos, aves e anfíbios em Florianópolis. Foram instaladas 20 câmeras foram pela área de mata da Capital, e os animais são monitorados 24 horas por dia.

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(UFSC, 16/11/2021)


Publicado em 18 novembro de 2021

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