Cinco anos para autorizar trapiche em Florianópolis

Da Coluna de Renato Igor (NSC, 05/02/2020)

Cinco anos. Esse é o tempo que um empreendimento teve de esperar até obter a liberação para construir um trapiche. Trata-se do empresário Marlon Koerich, do Viva Cacupé, no bairro de Cacupé, baía norte da Ilha de Santa Catarina.

O trapiche estará 100% legalizado e homologado. Para construir, o empresário enfrentou cinco anos de esforço pelas licenças e autorizações, que envolveu até a assinatura do presidente do Serviço de Patrimônio da União (SPU), em Brasília, além de atos da Floram, Capitania dos Portos e IPUF.

A obra deve estar concluída em 40 dias. O equipamento terá 33 metros de comprimento e calado capaz de receber embarcações de médio porte. É uma obra privada, mas de uso público, ou seja, o trapiche pode contribuir com o uso do mar e para melhorar a mobilidade urbana.

O presidente da Associação Náutica para o Brasil (Acatmar), Mané Ferrari, ressalta a importância deste tipo de equipamento:

— Carecemos muito de infraestruturas de apoio náutico na ilha, que nestes casos, muitas das vezes, servem como base de apoio inclusive para segurança e também no aumento da demanda turística da região — concluiu.


Publicado em 06 fevereiro de 2020

Categorias:
Náutica, Radar
Tags:
,
mm
Radar da Cidade

A FloripAmanhã realiza um monitoramento de mídia para republicação de notícias relacionadas com o foco da Associação. O chamado "Radar da Cidade" veicula notícias selecionadas para promover o debate e o conhecimento sobre temas como planejamento urbano, meio ambiente, economia criativa, entre outros assuntos relevantes de Florianópolis. As notícias veiculadas nesta seção não necessariamente refletem a posição da FloripAmanhã e são de responsabilidade dos veículos e assessorias de imprensa citados como fonte.