Com tecnologia mais cara e ainda indisponível no Brasil, segundo a Casan, o emissário submarino volta a ser o “plano B” para futuro projeto de coleta e tratamento do esgoto do Sul da Ilha. Só nos estudos de impactos ambientais, já foram gastos R$ 1,4 milhão. Neste caso, o despejo dos efluentes seria em alto-mar, a quatro quilômetros ao largo da Ilha do Campeche.
A hipótese voltou a ser cogitada depois que a Jica (Agência de Cooperação Internacional do Japão) anunciou a intenção de suspender o financiamento de R$ 105 milhões para implantação da rede de coleta em sete bairros da região, e construção da estação de tratamento no leito do rio Tavares com despejo na baía Sul. A diretoria da Casan, que ainda não se manifestou oficialmente sobre o impasse, pretende garantir os recursos disponíveis no orçamento geral da União e captar financiamentos em outros organismos internacionais.
A intenção é manter o projeto da estação de tratamento terciário, com 99% de pureza dos efluentes, no Rio Tavares, obra embargada pela Justiça Federal em junho deste ano. O gerente de construção da Casan, engenheiro Fabio Krieger, que desta vez não está autorizado a falar em nome da empresa, disse na época que o sistema do Rio Tavares teria capacidade de operação até 2020, prazo previsto para a transferência do sistema ao emissário submarino.
Para os técnicos do ICMBio (Instituto Chico Mendes da Biodiversidade), que conhecem de perto a fragilidade do ecossistema da Resex de Pirajubaé, o emissário submarino no Campeche seria a solução ambiental mais efetiva. De acordo com estudos oceanográficos já realizados, o despejo seria a cerca de cinco quilômetros da costa, a 40 metros de profundidade, em local de fortes correntes marinhas. A opinião é compartilhada pelo engenheiro de aquicultura Fabrício Gonçalves, presidente da Associação Caminhos do Berbigão, que representa a comunidade extrativista da Costeira.
Sinduscon critica omissão do governo
Para o presidente do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil de Florianópolis), Hélio Bairros, a perda dos R$ 105 milhões alocados pela Jica simbolizam o descaso do poder público com saneamento básico e saúde pública. O empresário critica, em especial, a falta de diálogo e burocracia estatal no impasse entre Casan, Fatma (Fundação Estadual do Meio Ambiente) e Ministério Público.
(Leia na íntegra em Notícias do Dia Online, 18/09/2015)
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