A ‘Ilha do Silício’: como Florianópolis criou um ecossistema bilionário sem precisar de chaminés
Enquanto milhares de turistas lotam as praias de Florianópolis a cada verão, a ‘Ilha do Silício’ trabalha silenciosamente durante os 365 dias do ano. Longe da areia e do mar, programadores, engenheiros, designers e empreendedores desenvolvem softwares, plataformas e soluções tecnológicas que movimentam bilhões de reais e colocam a capital catarinense entre os principais polos de inovação do Brasil.
Sem grandes fábricas ou chaminés, Florianópolis construiu uma economia baseada no conhecimento. O que antes era reconhecido principalmente pelo turismo hoje também se destaca pela força da tecnologia, setor que movimentou R$ 12,8 bilhões em 2024 e responde por aproximadamente 25% do PIB (Produto Interno Bruto) da cidade.
(Confira a matéria completa em ND, 20/07/2026)
Publicado em 23 julho de 2026