Cotas regulam pesca da tainha no Brasil
A pesca da tainha (Mugil liza), uma das atividades mais tradicionais do litoral Sul e Sudeste do Brasil — especialmente em Santa Catarina — segue no centro de um modelo de gestão que combina ciência, monitoramento e organização da produção. Além de sustentar famílias e economias locais, a safra também carrega forte valor cultural e movimenta uma ampla cadeia ligada à pesca artesanal.
Ordenamento baseado em ciência e acompanhamento contínuo
Para garantir a continuidade dessa atividade ao longo dos anos, o Governo Federal adota, desde 2019, o sistema de cotas de captura. A medida é conduzida de forma conjunta pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), reunindo dados científicos, fiscalização e diálogo com pescadores e demais segmentos envolvidos.
Esse modelo surgiu após anos de debates técnicos sobre a necessidade de proteção do estoque da espécie. Desde sua implementação, vem sendo ajustado de forma progressiva, incorporando diferentes modalidades de pesca — da artesanal à industrial — e ampliando mecanismos de acompanhamento da safra.
(Confira a matéria completa em Portal Imagem da Ilha, 25/06/2026)
Publicado em 25 junho de 2026