CASAN consolida novo modelo de gestão e amplia avanços na Lagoa da Conceição

Com investimento superior a R$ 30 milhões, a CASAN (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento) vem consolidando melhorias estruturais no saneamento da Lagoa da Conceição, em Florianópolis. O trabalho inclui planejamento estratégico, obras e atuação permanente voltada à segurança ambiental e à melhoria da qualidade dos serviços de coleta e tratamento de esgoto na região.

O acidente na Lagoa da Conceição em 2021 evidenciou fragilidades acumuladas ao longo de décadas com infraestrutura antiga, baixo volume de investimentos e ausência de planejamento de longo prazo. Após cinco anos, completados neste domingo (25), a CASAN reconhece que a superação desse passivo exige mais do que respostas pontuais. “A Companhia cumpriu os protocolos do pós-acidente, como o pagamento das indenizações, por exemplo. E mais do que isso, adotou um novo padrão de gestão, baseado em método, controle, planejamento estratégico, acompanhamento técnico permanente e investimentos consistentes”, destaca o presidente da CASAN, Edson Moritz.

Em sua avaliação, o episódio de 2021 foi um divisor de águas, mostrando que era necessário mudar o modelo de gestão do saneamento, com maior controle e responsabilidade. “A data é um marco que exige responsabilidade, memória e, sobretudo, enfrentamento com transparência e compromisso com a verdade. Desde o início do governo Jorginho Mello, trabalhamos com planejamento, engenharia, dados e gestão responsável, o que se traduz em resultados concretos para a população”, complementa.

Avanços Estruturais e Investimentos

Entre as obras que trazem mais segurança ao Sistema de Esgotamento Sanitário está a implantação do processo terciário de depuração, o mais completo, na Estação de Tratamento de Esgoto da Lagoa – o que resultou, nos últimos cinco anos, no tratamento de aproximadamente 4,9 bilhões de litros de esgoto, volume equivalente a cerca de 1.976 piscinas olímpicas que deixaram de ser lançados no meio ambiente.

Também foram executados o reforço dos taludes das dunas da Lagoa de Evapoinfiltração (LEI); a construção do muro verde e a elaboração do Plano de Segurança de Barragem; a dragagem de aproximadamente 10 mil m³ de lodo do fundo da LEI e a ampliação do monitoramento ambiental para controle contínuo da qualidade da água da Lagoa.

(Confira a matéria completa em CASAN, 22/01/2026)


Publicado em 23 janeiro de 2026

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Meio Ambiente, Radar, Saneamento
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