ETE do Rio Tavares que ajudaria saneamento no Sul da Ilha está paralisada na Justiça

Em Florianópolis, a região que mais precisa de soluções para coleta e tratamento de esgoto é o Sul da Ilha. Um dos investimentos que poderia ajudar, a construção da ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) do Rio Tavares e a implantação de redes coletoras, começou em 2007.

Conforme a Casan (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento), no entanto, impasses judiciais interromperam mais uma vez as obras e adiaram a conclusão. A partir da retomada, ainda serão necessários 18 meses de trabalho.

Com as ETEs Ingleses e João Paulo, a Casan sustenta que Florianópolis terá capacidade instalada para 74% de cobertura e, com a do Rio Tavares, de 79%. O número ainda fica bem abaixo da meta de 90%, prevista para ser atingida em 2033, e definida pelo Marco Legal do Saneamento.

De acordo com a Casan, há dois grandes entraves para a construção da ETE Rio Tavares. O primeiro é a falta de LAP (Licença Ambiental Prévia), relacionada ao lançamento de efluente tratado. Isso impediria o avanço dos trabalhos, mesmo com a LAI (Licença Ambiental de Instalação) em vigor.

(Confira a matéria completa em ND, 24/06/2025)


Publicado em 24 junho de 2025

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Meio Ambiente, Radar, Saneamento
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