Onda de furtos preocupa comerciantes e forças de segurança no Centro de Florianópolis

A manezinha Denise Sardá da Luz, 50 anos, tem um comércio na avenida Rio Branco, no Centro, há 23 anos. Em julho, porém, vai entregar o ponto, depois de sucessivos prejuízos a onda de furtos. Em média, uma ocorrência por mês.

Estoquista numa loja de produtos naturais, Lidiane Caetano, 25 anos, conta que o amigo teve a bicicleta furtada, mesmo cadeada, em frente ao comércio, mês passado, na rua Bocaiúva, também no Centro.

Onda de furtos no Centro causa sensação de insegurança
Estes são apenas dois casos de comerciantes sofrendo com a onda de furtos na capital. Diante do problema, a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Florianópolis está doando câmeras com reconhecimento facial para o município.

As forças de segurança intensificaram rondas e detenções, porém, os criminosos saem rapidamente e repetem os furtos. “Roubaram ar-condicionado, cortina, não dá para ter TV, o alarme eu tirei, porque pagava uma grana e não resolvia. Eu desisti”, relata Denise.

Na visão dela, falta policiamento e, quando acionado, demora a chegar. O mais recente arrombamento na loja foi nas primeiras horas de segunda-feira (19). Os criminosos quebraram a telha, o forro e invadiram a empresa.

(Confira a matéria completa em ND, 23/05/2025)


Publicado em 23 maio de 2025

Categorias:
Radar, Segurança
mm
Radar da Cidade

A FloripAmanhã realiza um monitoramento de mídia para republicação de notícias relacionadas com o foco da Associação. O chamado "Radar da Cidade" veicula notícias selecionadas para promover o debate e o conhecimento sobre temas como planejamento urbano, meio ambiente, economia criativa, entre outros assuntos relevantes de Florianópolis. As notícias veiculadas nesta seção não necessariamente refletem a posição da FloripAmanhã e são de responsabilidade dos veículos e assessorias de imprensa citados como fonte.