Sem validar Galheta, prefeito também descarta naturismo em outra praia de Florianópolis
Em uma audiência pública realizada semana passada na Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina) para debater a situação da prática de naturismo na Praia da Galheta, em Florianópolis, o procurador federal Walmor Alves Moreira sugeriu remanejar o nudismo para outra praia ou ilha mais isolada da capital catarinense. No entanto, a ideia não é defendida pelo prefeito Topázio Neto (PSD).
Em entrevista ao ND Mais, o prefeito de Florianópolis indicou não aprovar a iniciativa. “Isso é tudo especulação ainda, não tem nada concreto”, afirmou.
O naturismo na Galheta é praticado desde a década de 1980, passando a ser permitido por lei em 1997. Mas, em 2016, a lei municipal nº 10.100/2016, sancionada pelo então prefeito César Souza Júnior (PSD), revogou a permissão da lei anterior e tornou o espaço uma UC (Unidade de Conservação).
Na prática, o naturismo não passou a ser diretamente proibido, mas também não foi feita uma previsão para sua permissão. Dessa forma, não há hoje um dispositivo jurídico que sirva para regulamentar a prática na Praia da Galheta, tornando o assunto um alvo de discussões e controvérsias.
(Leia a matéria completa em ND, 30/03/2025)
Publicado em 31 março de 2025