Relíquias da Catedral Metropolitana de Florianópolis serão restauradas pelo Instituto Histórico
Um grupo de voluntários de Florianópolis se reúne na segunda-feira (17), coincidentemente quando se comemora o Dia de Nossa Senhora do Desterro, para encaminhar novas medidas visando à restauração de três das quatro principais raridades históricas da Catedral Metropolitana.
São historiadores, empresários, pesquisadores, professores e escritores que procuram preservar as joias religiosas e históricas da cidade. O relógio que ornamenta a fachada, dois dos sete sinos e o órgão de tubos importado já têm projetos de recuperação.
Este ano, o Dia de Nossa Senhora do Desterro será marcado pela missa solene no auditório da Arquidiocese, em função de pinturas no interior da catedral, que restringem as visitas. Nossa Senhora do Desterro é a padroeira da Arquidiocese.
Já aprovado pela Prefeitura de Florianópolis, o projeto de dois sinos foi elaborado pelo professor Luiz Nilton de Souza, com aval do IHGSC (Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina). Está orçado em R$ 170 mil e já viabilizada a captação de R$ 80 mil, com incentivos fiscais de empresas catarinenses.
A catedral tem sete sinos, dois deles – incluindo o maior, no meio das duas torres principais – doados pelo Imperador Dom Pedro 2º, em 1872, durante visita oficial à antiga Desterro. Outros dois sinos não funcionam, travados pelo excesso de ferrugem e representam risco de queda.
(Confira a matéria completa em ND, 16/02/202)
Publicado em 17 fevereiro de 2025