Em Florianópolis, tapete de macrófitas reaparece no rio do Brás e evidencia poluição

Novamente, o rio do Brás, em Canasvieiras, Norte da Ilha, está repleto de plantas macrófitas, que denotam a mesma condição de outros anos: total poluição. O que era para ser um espelho d’água é um tapete verde de plantas que nascem em locais sem oxigênio.

Presidente do Instituto SOS Rio do Brás, que luta pela revitalização deste e de outros rios em Florianópolis, José Sardá disse que a entidade fará um teste de oxigenação do Brás, por três meses, em parceria com a Casan (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento) e a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), com autorização da Floram (Fundação Municipal do Meio Ambiente). Já a Secretaria Municipal do Meio Ambiente promete remover as macrófitas na semana que vem e, ainda este mês, consolidar um projeto para apresentar ao prefeito Topázio Neto para, entre outras ações, desassorear o Brás.

Com nove anos de história e dois como instituto, o SOS Rio do Brás defende a causa ambiental em Florianópolis. São 43 sócios fundadores e 29 membros.

“Esse rio é o símbolo, o ícone de referência do desprezo e descaso com a questão ambiental dos nossos rios, mas nosso trabalho é mais abrangente”, diz o presidente do instituto. Para ele, é um problema que o curso hídrico continue fechado, sem conexão com o mar.

“É uma situação muito crítica e vamos ter uma semana de chuva. Ao longo da semana passada estivemos na Casan, que está sendo parceira do instituto. Temos a intenção de fazer um experimento de oxigenação do rio que, infelizmente, não foi possível em 2022, quando as plantas macrófitas tomaram conta por quase 10 meses”, disse José Sardá.

(Confira a matéria completa em ND, 14/02/2024)


Publicado em 14 fevereiro de 2024

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Meio Ambiente, Radar, Saneamento
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