O espraiamento urbano é uma tragédia dos comuns

Em condições normais, a maioria das pessoas gosta de viver em lugares com fácil acesso à sua vida cotidiana. É bom poder levar seus filhos a pé para o jardim de infância e é mais fácil manter uma vida social quando muitos de seus amigos moram na mesma rua que você. Quando você fica sem sabão, você é grato por poder reabastecer na mercearia no andar de baixo, ao invés de ter que dirigir 20 minutos até o supermercado.

Em condições normais, também queremos o máximo de espaço possível. Gostamos de ter espaço para uma academia, um quarto separado para cada criança e um quintal onde podemos relaxar quando o tempo está bom. O espaço também nos traz silêncio, paz e privacidade. Em uma propriedade de 40 mil m², não precisamos ouvir nossos vizinhos cortando a grama ou silenciando seus bebês às 2 da manhã.

Mas há um trade-off fundamental entre acesso e espaço
O acesso a amenidades requer uma densidade populacional que pode suportá-las, e espaço requer… bem, espaço. Um projeto inteligente pode fazer muito para reduzir essa desvantagem mas, no final das contas, mais espaço por pessoa resulta em menos pessoas em uma dada área de terreno.

(Confira a matéria completa em Caos Planejado, 31/03/2022)


Publicado em 31 março de 2022

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