Recuperação do Parque da Serra do Tabuleiro pode levar até 15 anos

A série de incêndios que atingiu o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro desde o início de setembro trouxe danos gigantes para a fauna e flora da região. Para o coordenador do parque, Carlos Cassine, a estimativa é que cerca de 15 anos sejam necessários para recuperar a vegetação do local.

Carlos explicou que todo o projeto e plano de ação para a recuperação da flora estão sendo feitos por um grupo que se formou logo depois do primeiro grande incêndio, no início de setembro. O grupo é composto por diversos voluntários, entre eles três professores da UFSC, um professor da Udesc e três organizações que contam com especialistas da área ambiental.

Plano de recuperação e linha de ação

O plano de recuperação da vegetação, que contará com quatro linhas de ação, deverá ser concluído em duas ou três semanas.

As linhas de ação definidas pelo grupo são as seguintes: criação de um viveiro de mudas com as espécies nativas do local; retirada da plantação de pinus, que é uma espécie de pinheiro que libera resíduo tóxico quando queima; limpeza para retirada do lixo do parque e comunicação com o entorno do parque, para eventuais problemas que aconteçam no futuro.

No momento, como o parque ainda não possui um viveiro, será realizada uma parceria com a Brasil Energia. As sementes das mudas que serão replantadas serão levadas para o viveiro da empresa, em Capivari de Baixo, e após o crescimento levadas de volta ao parque para o plantio.

(Confira matéria completa em ND, 30/10/2019)


Publicado em 30 outubro de 2019

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