Santa Catarina cresce entre os estados brasileiros em geração distribuída de energia elétrica, com destaque para o uso de energia solar, biomassa, eólica e pequenas hidrelétricas. Para difundir o atual cenário, as oportunidades e as principais tendências do setor, foi realizado em Chapecó, nesta terça-feira, 19, o Seminário de Geração Distribuída de Energia Elétrica que contou com a participação do secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Adenilso Biasus, do coordenador do programa SC+Energia e presidente da Apesc, Gerson Berti, do presidente Regional Oeste da Fiesc, Waldemar Antônio Schmtz, além de entidades, empresas públicas e privadas.
Promovido pela Associação dos Produtores de Energia de Santa Catarina (Apesc), em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) e o Governo do Estado, por meio do programa SC+Energia, o evento mobilizou os principais responsáveis pelo processo de desenvolvimento do mercado e fomentou o debate sobre eficiência energética, linhas de financiamento e avanços tecnológicos desse novo modelo de geração do setor.
O coordenador do Programa SC+Energia, Gerson Berti, lembrou que a geração distribuída é uma oportunidade regulamentada recentemente pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), sendo a primeira regulação de 2012 e em 2015 veio adaptações que contribuíram para o incentivo em promover a geração de energia, seja solar, eólica ou até mesmo hídrica, em casas, indústrias ou empresas. “Há oportunidades, para que as pessoas tenham mais segurança energética gerando sua energia e com isso, economizando de maneira a justificar este investimento com retorno médio de seis anos”, avalia.
Santa Catarina já é o quarto com geração distribuída. A grande aposta está na energia solar, onde o telhado de casas, empresas e indústrias, antes um espaço desocupado, inerte e improdutivo passa a ser um importante gerador de energia no local do consumo.
Santa Catarina também é forte na produção de biomassa, com uma densa cobertura vegetal de reflorestamento e a destinação com a geração térmica renovável a partir de lenha. A topografia e recursos hídricos permitem ainda a geração por meio de pequenas hidrelétricas, e os pontos de bons ventos que permitem o uso de energia eólica. “Somos um estado geograficamente privilegiado e devemos aproveitar muito nossa capacidade que aliada a nossa cultura e o perfil empreendedor, certamente a geração distribuída em Santa Catarina vai crescer muito”, conclui Berti.
O secretário de Estado, Adenilso Biasus, destacou que pela cultura, convicção e engajamento do seu povo, Santa Catarina ainda vai crescer muito mais em geração distribuída, demonstrando um Estado com responsabilidade ambiental.
Chapecó – Encontro debate potencial de Santa Catarina para gerar energia renovável
“O grande dilema no momento é produzir mais energia, utilizando menos recursos naturais, possíveis. Por isso que Santa Catarina investe em fontes renováveis, aliado à tecnologia para que as novas fontes sejam implementadas. Temos um potencial em relação à produção por meio de fontes renováveis e que estão sendo colocadas em prática, para que possamos diminuir o uso de fontes não renováveis, como o petróleo, gás e carvão”, destacou o secretário Biasus.
(SDS, 20/06/2018)
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