Um ano depois de polêmica, monumento açoriano de Florianópolis continua abandonado

Da Coluna de Fabio Gadotti (ND, 16/10/2017)

Bombardeado, há um ano, pela iniciativa de pintar de branco e rosa o monumento açoriano que fica na entrada de Florianópolis, o cirurgião plástico Osvaldo Pereira Filho está indignado com o descaso do poder público. “Atualmente ele se encontra pior do que o deixei o ano passado”, afirma o médico que, depois da repercussão, devolveu a cor original azul à criação de Guido Heuer.

“A última benfeitoria foi feita por nós. O mato o circunda e o pedestal se encontra avariado. Onde estão os que se diziam preocupados e até agora nada fizeram?”, pergunta. A intervenção solitária, em setembro do ano passado, provocou reação do Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC, que falou em descaracterização da obra colocada no local na década de 1990.


Publicado em 17 outubro de 2017

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