Judicializada, safra da tainha 2017 coloca gestão da pesca em xeque

Da Coluna de Fabio Gadotti (Notícias do Dia, 17/07/2017)

Marcada pela judicialização, a safra da tainha 2017 está prestes a chegar ao fim com a perspectiva de uma queda de 40% a 50% das capturas em relação ao ano passado. O balanço só será oficialmente fechado no dia 31, último dia permitido para a atividade, mas a frustração é evidente nos ranchos de pesca. Para a próxima temporada, a principal reivindicação dos pescadores artesanais é a garantia de segurança jurídica para o trabalho no mar. “O ideal é que a safra vá de abril a junho e não de maio a julho, pois evitaria ficarem tanto sem receita significativa e igualmente preservaria os estoques de tainha no mar”, afirma o advogado Ernesto São Thiago, que representa a APPAECSC (Associação dos Pescadores Profissionais Artesanais de Emalhe Costeiro de SC), entidade que levou ao Judiciário a discussão sobre a gestão da pesca ao obter uma liminar que beneficiou 55 embarcações que estavam impedidas de operar no litoral..


Publicado em 18 julho de 2017

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