Detectada presença de toxina em moluscos no sul de Florianópolis

Os produtores de ostras, mexilhões e vieiras de Caieira da Barra do Sul, a 37 quilômetros de Florianópolis, no extremo sul da Ilha de Santa Catarina, terão de aguardar um tempo para comercializar o seu cultivo. O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) detectou, após análises laboratoriais, a toxina diarreica DSP (Diarrhoeic Shellfish Poisoning) nos moluscos da região. A presença desta toxina está relacionada a fitotoxinas produzidas naturalmente por algas no litoral, que são arrastadas para os cultivos pela maré. “Este é um fenômeno natural, que precisa ser monitorado e controlado em termos sanitários. Por esta razão, o MPA instituiu o Programa Nacional de Controle Higiênico-Sanitário de Moluscos Bivalves (PNCMB) em abril de 2012”, explica Pedro Henrique Silva de Oliveira, coordenador geral de sanidade pesqueira do MPA.

Como os níveis de toxina encontrados estão acima dos recomendados para a saude humana, o MPA determinou a suspensão da retirada de moluscos bivalves dos criatórios da localidade, conforme a Portaria nº 1, de 3 de maio passado. A medida é retroativa a 29 de abril de 2013.

(ABC Digital, 09/05/2013)


Publicado em 10 maio de 2013

Categorias:
Economia, Meio Ambiente, Radar
mm
Radar da Cidade

A FloripAmanhã realiza um monitoramento de mídia para republicação de notícias relacionadas com o foco da Associação. O chamado "Radar da Cidade" veicula notícias selecionadas para promover o debate e o conhecimento sobre temas como planejamento urbano, meio ambiente, economia criativa, entre outros assuntos relevantes de Florianópolis. As notícias veiculadas nesta seção não necessariamente refletem a posição da FloripAmanhã e são de responsabilidade dos veículos e assessorias de imprensa citados como fonte.