Elevado vai aliviar um pouco a imobilidade

Por Carlos Damião (ND, 07/12/2011)

Tecnicamente, não é possível prever o quanto o elevado Carl Hoepcke aliviará o trânsito em Florianópolis. Mas o secretário de Obras da prefeitura, Luiz Américo Medeiros, estima que o equipamento pode melhorar o fluxo em até 50%. Se isso for verdadeiro, é óbvio que só temos motivos para comemorar. Afinal, aquele entroncamento do Terminal Rodoviário Rita Maria sempre foi um dos pontos mais críticos para o tráfego de veículos na capital catarinense.

E, se o elevado não pode resolver o problema geral da mobilidade, é pelo menos mais equipamento para auxiliar nosso sistema viário, falido e quase impossível de ser administrado, como mostram as filas que se formam todos os dias, nos acessos às pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Salles, nas avenidas centrais e em bairros como Rio Tavares ou Pantanal.

Comunicação

Os críticos em geral observam que falta a Florianópolis um sistema planejado – em que equipamentos urbanos se comunicam – para resolver o problema da mobilidade urbana. E ressalvam: não há como mexer no traçado das ruas centrais, com seus “leitos carroçáveis”, como definia o Código de Postura. Ruas, como o próprio nome dito, implantadas para o tráfego de carroças, nos séculos 18 e 19.


Publicado em 07 dezembro de 2011

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