Cidadania subiu o Morro, mas a água não

Da coluna Visor (DC, 06/09/20111)

Cerca de 60 famílias no Alto da Caieira do Saco dos Limões, em Florianópolis, beneficiadas há cinco meses com a instalação dos registros de água (hidrômetro) pela Casan, dentro do programa do PAC, ainda não viram uma gota sequer pingar nas respectivas torneiras, como mostra a doméstica Rosilma da Silva na sua casa. Mas a cobrança da Tarifa Social, de R$ 9,40, chega todos os meses, religiosamente.

O pior é que eles sequer reclamam da situação, porque com o documento da Casan em mãos, pela primeira vez passaram a existir como cidadãos.

Agora, podem comprovar o endereço e realizar tarefas simples como abrir cadastro no comércio, fato que não ocorria até então, porque os imóveis não existiam legalmente. Detalhe: o nome da pequena ruela onde vivem é a Servidão Felicidade.


Publicado em 06 setembro de 2011

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