O barco e a maré

Da coluna de Sérgio da Costa Ramos (DC, 15/03/2011)
Já houve tentativas inadequadas de implantação do transporte marítimo integrado, entre a Ilha e o Continente, com a utilização de barcos pequenos, catamarãs para 50, 80 pessoas, como o que estará em experiência nos próximos dias. Empresários nunca desembolsam investimentos de fôlego num negócio ainda experimental. E o setor público precisa assumir a sua parte, a começar pelo equipamento. A ideia do modelo marítimo é boa, e os prefeitos de Palhoça e Biguaçu poderiam prestar um bom serviço à ressurreição do modal, desde que com o equipamento certo. Ferries para 200 pessoas, barcos sólidos de 300 toneladas, 45 metros de cumprimento, calado de 2,50m, como os sea-links que servem cidades turísticas como Lisboa, Londres, Nova York, San Francisco, Istambul. Um catamarã não conviveria com os humores do primeiro vento sul. E se for para fazer a coisa certa, a escolha do equipamento é fundamental.


Publicado em 15 março de 2011

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Planejamento, Radar
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