Repensando o mercado

Da coluna Ponto Final, por Carlos Damião (ND, 03/09/2010)

Há várias questões que envolvem o Mercado Público e que certamente devem merecer a atenção da prefeitura e da comissão que está analisando o mix daquele importante prédio comercial e cultural da cidade. Uma é a configuração em si dos espaços, que devem ser valorizados em relação à operação dos boxes, com aparência menos “muambeira” e mais civilizada.

Outra ideia, que circula inclusive entre candidatos à eleição deste ano, é o próprio funcionamento do mercado. Numa cidade que já pretendeu ser a capital turística do Mercosul, é deplorável que um espaço como o mercado – assim como os museus e outros equipamentos centrais – não abra nos fins de semana. É como se, em Paris, Rio ou Roma, as principais atrações turísticas fechassem para o descanso ou lazer de seus funcionários nos sábados e domingos.

Missão

O fato é que a prefeitura tem que ouvir a sociedade sobre o mercado e mesmo sobre a revitalização completa do Centro da cidade, transformado nos últimos anos numa espécie de casa de horrores. Um passo para isso é justamente o trabalho da comissão nomeada pelo prefeito Dário Berger, composta por representantes de entidades ligadas ao comércio e serviços.


Publicado em 03 setembro de 2010

Categorias:
Cultura, Radar, Turismo
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