Sul de Florianópolis está livre de maré vermelha

Contaminação também atingiu a Ponta do Papagaio, em Palhoça

O fenômeno da maré vermelha no Ribeirão da Ilha, Sul de Florianópolis, e na Ponta do Papagaio, em Palhoça, não foi mais identificado nas últimas coletas do Laboratório de Algas Nocivas da Universidade do Vale do Itajaí (Univali).

As análises indicaram redução no nível de contaminação dos moluscos produzidos na região. Dados divulgados pelo chefe do escritório catarinense da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca (Seap), Cezar Luiz Cerutti, indicam que a concentração das algas do gênero pseudo-nitzschia baixou de 48 mililitros/litro para 3 ml/litro.

Nesta quarta-feira a Seap deve assinar uma portaria liberando a venda e o consumo de mariscos, ostras e mexilhões no Ribeirão da Ilha e na Ponta do Papagaio. A portaria é válida a partir da data de assinatura do documento.

Na última segunda-feira, exames indicaram a proliferação de algas na região. Como medida preventiva, a Vigilância Sanitária determinou a suspensão da venda de moluscos das áreas atingidas.

(DC, 28/01/2009)


Publicado em 28 janeiro de 2009

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Meio Ambiente, Radar
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