Discutindo o metrô de superfície

Da coluna de Cacau Menezes (DC, 12/07/2007).

O assunto que reuniu o prefeito de Florianópolis, Dário Berger (PSDB), e o governador Luiz Henrique da Silveira em Portugal, na segunda-feira, foi o projeto do metrô de superfície da Capital. A expectativa dos dois é de que o novo meio de transporte esteja funcionando até 2010.

Na Grande Florianópolis, o assunto provoca entusiasmo. Mas é tratado ao estilo São Tomé, no “só acredito vendo”. E será que trará mudança significativa, melhorando o tráfego, facilitando o transporte público? Alguns dos especialistas ouvidos pela coluna entendem que, se o projeto for executável, trará melhorias.

O itinerário ficaria, a princípio, entre Barreiros, São José, à Universidade Federal de Santa Catarina, na Ilha.

– Não pode ser tratado em nível de cidade. Tem que ser tratado de maneira metropolitana, envolvendo Biguaçu, Palhoça, São José e Capital – observa o coordenador do Núcleo Multidisciplinar de Estudos sobre Acidentes de Tráfego da UFSC, professor Wilson Pacheco.

O preço do metrô? Uma previsão inicial fica em R$ 400 milhões.


Publicado em 12 julho de 2007

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