De volta às origens

A ausência de um plano de manejo que regulamentasse o uso do Parque Florestal do Rio Vermelho resultou em uma série de problemas ambientais. As experiências para o cultivo de espécies de pinheiros apontaram para a necessidade de recuperação da cobertura vegetal original. Não houve corte planejado dos pinus e muito menos a substituição por espécies nativas.

As alternativas tinham sido propostas em 1999, pelo Grupo de Pesquisa em Ecologia e Desenho Urbano (Gipedu), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). No ano passado, o Gipedu elaborou e submeteu idéias semelhantes em uma proposta de atuação em torno do Parque Florestal ao Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o Instituto Lagoa Viva e a Associação de Moradores do Rio Vermelho. A pesquisa foi aprovada em outubro e o levantamento de informações começa a ser avaliado.

A partir da aprovação do projeto e da concessão do apoio financeiro pelo governo federal (R$ 70 mil), iniciam-se as atividades que devem durar oito meses. Alguns fatores devem ajudar, como o fato de não haver invasão na área demarcada. Atividades de lazer e de ecoturismo são permitidas nesse tipo de unidade de conservação.

(DC, 24/06/2007)


Publicado em 25 junho de 2007

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Meio Ambiente, Radar
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