Avanços no Planalto

Da coluna de Moacir Pereira (DC, 16/05/2007).

Um novo Lula, mais maduro, prático, firme e objetivo nas respostas, mostrou-se por inteiro na primeira coletiva. Enfrentou, sem tergiversar, temas polêmicos, como a legalização do aborto, greve no serviço público, mudanças na reeleição, política energética, entre outros, sempre com dados irrefutáveis. Sobre as greves, um progresso notável. Nenhum líder sindical no Brasil tem mais autoridade do que o presidente para defender alguma regulamentação do direito de greve no serviço público, eis que muitas exageraram e até enfraqueceram o instituto.

No mesmo Palácio do Planalto, três horas depois, uma reunião dos ministros Dilma Rousseff e Márcio Fortes com o governador Luiz Henrique e cinco prefeitos dos principais municípios de Santa Catarina. Ao final do encontro, uma rara unanimidade: todos saíram elogiando a iniciativa, os temas tratados e a objetividade das autoridades. Sobretudo, esperançosos de uma nova relação com o governo federal. O mais entusiasmado era o prefeito Dário Berger, classificando a reunião de “excelente, excepcional”.

Pela primeira vez, sentiu firmeza nos ministros, que prometeram prioridade na análise de dois projetos: investimentos de urbanização e humanização das 17 comunidades carentes no Maciço do Morro da Cruz e ações públicas na Favela do Siri. Marco Tebaldi apelou por três programas: urbanização de áreas carentes (R$ 35 milhões), expansão do sistema de água (27 milhões) e ampliação do esgoto sanitário (R$ 39 milhões).


Publicado em 16 maio de 2007

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