A maioria das ruas pavimentadas do bairro Rio Vermelho, no Norte da Ilha, são um risco permanente à integridade física dos ciclistas e pedestres. A circulação ocorre paralela ao tráfego de veículos, especialmente na principal ligação com o balneário de Inglesas, a rodovia João Gualberto Soares (SC-406). “O que ocorre no trânsito local é um verdadeiro massacre”, lamentou a conselheira fiscal da Associação de Moradores de São João do Rio Vermelho (Amorv), Maria Aparecida da Silva Neri. A falta de educação de muitos moradores e a omissão do poder público são apontados por ela como as principais causas do problema.
Para Maria Aparecida, a diferença entre o cidadão e o indivíduo é muito presente na comunidade. “O indivíduo se apressa em fazer um muro rente à estrada logo que sabe que no local será construída uma rodovia”, reclamou. Ela lembra que é dever do proprietário fazer o recuo e construir a calçada. O presidente da Amorv, Roberto Bastos, comenta que o poder público deveria fiscalizar e promover a derrubada das estruturas. “O Plano Diretor exige a construção de calçadas antiderrapantes, mas as autoridades fazem vista grossa”, explicou. O líder comunitário discorda das estatísticas oficiais que os acidentes diminuíram no bairro. “Atropelamentos continuam ocorrendo”, afirmou.
Associação acionará Ministério Público de SC
O presidente da Amorv, Roberto Bastos, informou que a associação vai procurar o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) para relatar o problema e pedir providências. Ele disse que a entidade realiza um mutirão de notificação na Estrada do Travessão, recém asfaltada. “Nosso objetivo é entregar o documento à Prefeitura para que o Executivo obrigue os moradores a colocarem o meio fio”, explicou. Na rodovia João Gualberto Soares, que é estadual, a questão é mais complicada. “Estamos aguardando a municipalização da via para tomarmos providência semelhante”, avisou.
Na opinião de Bastos, outro agravante da falta de segurança são os loteadores. “Existem verdadeiros quadrilheiros, que vendem até o terreno das calçadas a preços atrativo”, criticou. O presidente afirmou que essas áreas normalmente não possuem ligações de água e luz, formando assim um bolsão de sistemas clandestinos. Ele esclarece que a Amorv dá incondicional apoio aos empreendedores que atuam na legalidade. “Em nossa comunidade precisamos separar o joio do trigo”, resumiu.
(Gisa Frantz, A Notícia, 25/08/2006)
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