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Futuro da pesca artesanal de Florianópolis é sombrio

A safra da tainha está prestes a começar, mas o futuro da pesca artesanal em Florianópolis é sombrio tanto pela falta de interesse dos jovens pela profissão quanto pelo excesso de burocracia que dificulta ainda mais a prática.

Na Barra da Lagoa, no Leste da Ilha, enquanto os pescadores preparam as redes e consertam barcos para a próxima temporada, o sentimento é de incerteza. As regras ainda não foram definidas e muitos não sabem se vão conseguir as licenças para pescar. “A situação está muito difícil: é muita burocracia, os equipamentos são caros, a gente fica inseguro de investir R$ 20 mil ou R$ 30 mil para comprar uma rede, porque não sabe se vai ter retorno com a pesca”, aponta Amilton Álvaro Martins.

Com 50 anos de idade, Amilton começou a pescar camarão e siri com tarrafa, por volta dos 12 anos para ajudar a família. “Naquela época era tudo mais fácil, bastava ter uma rede e um barco e já tirava a licença para pescar. A carteira de pescador emitida pela Marinha era feita em um dia. Hoje, precisa fazer curso, cumprir um monte de exigências, esperar a definição das regras. É muita burocracia que não ajuda em nada o pescador”, critica.

Para Álvaro José Martins Filho, o Alvinho, 48 anos, o ideal seria ter cotas por barco e não para toda a pesca artesanal. “Atualmente, quem tem barco maior e pode ficar vários dias no mar, pesca muito mais do que quem tem barco pequeno, que vai e volta no mesmo dia. Se fechar a cota, o pequeno que pescou apenas duas toneladas não pode mais sair para o mar”, aponta.

(Confira Matéria completa em ND, 12/04/2019)

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