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CDL lança segunda fase da campanha de combate à pirataria, em Florianópolis

Lançada em junho e intitulada “Despiratize”, a campanha de combate à pirataria da CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) de Florianópolis chega à segunda fase com o slogan “Pirataria não é brincadeira” para provocar uma reflexão no consumidor. Com o mote educacional, a iniciativa visa coibir o consumo de produtos falsificados, que alimenta uma cadeia organizada formada por vendedores, distribuidores e fabricantes.

O presidente do CDL, Lidomar Bison, destaca que o caráter educacional é pioneiro e vale para qualquer situação, desde a aquisição de produtos com ambulantes, como em sites de internet e de estabelecimentos que comercializam produtos falsificados ou de “segunda linha”, como também são conhecidos. “O que acontece é que a pessoa se depara com produto mais barato e fica tentado a comprar e às vezes não tem argumento, informação ou bagagem para que possa renunciar a isso”, explica.

Bison relata que a campanha tem se mostrado eficiente, com aderência de empresas e entidades, inclusive de fora de Santa Catarina. “Já ganhamos reconhecimento do nosso sistema, estamos participando do prêmio Top of Mind da ADVB [Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing] de 2019, e agora nesta segunda fase entra uma nova colocação dizendo que pirataria não é brincadeira”, afirma.

O dirigente ressalta que a pirataria em Santa Catarina não é diferente de outros Estados, mas que Florianópolis atrai um maior número de ambulantes por ser uma cidade destino, ao contrário de outros locais, com perfil conservador do consumidor, que não aceita produtos vendidos no chão. “Mas isso varia de produto para produto. A confecção tem um foco de produção mais voltada para Santa Catarina e por conta disso há um volume maior de distribuição por aqui”, explica Bison, lembrando que Brusque, Jaraguá do Sul e São José têm empresas fabricantes de produtos falsificados.

Ambulantes procuram outros espaços públicos

O número de operações e apreensões feitas pela Receita Federal vem subindo desde 2010. No ano passado, 32% do valor total de apreensões no país ocorreram em Santa Catarina e no Paraná, ambos com fronteiras. Os dois Estados também foram recordistas em multas aplicadas (1.513) nas operações, quase a metade do total no país (3.483), segundo a Receita. A explicação para este resultado é a mobilidade rápida deste mercado paralelo: quando se intensifica a fiscalização em uma região, o grupo passa a atuar em outra.

(Confira Matéria completa em ND, 22/10/2018)

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