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Casan fiscaliza ligações clandestinas de esgoto no Campeche nesta segunda-feira




A partir das 9 horas desta segunda-feira, a Casan vai realizar uma série de fiscalizações de ligações clandestinas de esgotos no Campeche, no Sul da Ilha. O trabalho tem como objetivo identificar e lacrar ligações irregulares de imóveis à rede de coleta que foi assentada no bairro, mas ainda não está em operação. Além de ilegal, a infração causa mau cheiro e extravasamento do esgoto nas vias públicas, já que as redes não estão preparadas para receber os efluentes.

O trabalho vai abranger a Avenida Campeche, Rua Pequeno Príncipe, Rua do Gramal, Jardim dos Eucaliptos/Rua dos Eucaliptos, Recanto do Beija-Flor, Rua João Batista Pires e Servidão Canto do Tucano. As ações serão concentradas nos trechos onde forem detectados problemas de mau cheiro e extravasamento.

— Vamos abrir as caixas de inspeção e verificar de onde vem o esgoto clandestino. No momento em que uma situação desse tipo for identificada, vamos notificar o infrator e lacrar a saída clandestina de esgoto para a rede pública — explica o engenheiro Sanitarista e Ambiental Francisco Pimentel, chefe do Setor Operacional de Esgotos da Casan em Florianópolis.

No Campeche há constantes problemas de vazamentos na rede de coleta assentada, que aguarda a construção da Estação de Tratamento de Esgotos do Rio Tavares para entrar em operação. A unidade receberá investimento de R$ 34,8 milhões, permitindo que entrem em operação, em uma primeira etapa, quase 45 quilômetros de redes já implantadas no Campeche. O prazo de construção é de 24 meses, e somente depois os moradores receberão orientação da CASAN para fazer sua ligação à rede coletora.

O mesmo trabalho foi realizado na semana passada no Itacorubi, quando foram identificadas e lacradas nove ligações irregulares. Em paralelo à fiscalização e aos lacres, profissionais da Companhia se colocam à disposição de moradores para prestar informações, sanar dúvidas técnicas e orientar sobre a impossibilidade de ligar os imóveis à rede implantada no bairro, que ainda não está pronta para operar.

( Diário Catarinense, 12/12/2016)



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