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Exposição de proposta artística para a Beira-mar Norte, Florianópolis, vai até terça (29)




Trabalho executado pela prefeitura e inaugurado na semana passada não inviabilizaria ideia dos arquitetos da UFSC

Termina nesta terça-feira (29) a exposição da proposta de intervenção artística da avenida Beira-mar Norte, na Capital, desenvolvida por acadêmicos do curso de arquitetura e urbanismo da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). As duas maquetes estão no corredor do piso L1 do Beiramar Shopping. O projeto paisagístico de aproximadamente quatro quilômetros cria um boulevard para contemplação da paisagem, das obras de artes, da cultura local e vivência comunitária.

De acordo com o arquiteto e coordenador do trabalho, professor César Floriano, o projeto executado pela Prefeitura da Capital e inaugurado na semana passada não inviabiliza a proposta apresentada. “Não é possível fazer um trabalho definitivo neste momento. Primeiro é preciso esperar uns dois anos para o aterro assentar e depois executar o projeto”, avalia o arquiteto. “Neste momento, o que pode ser feito é inserir as obras públicas, como o jardim das bromélias”, complementa.

A proposta foi criado no fim do ano passado. O trabalho executado pela prefeitura, com plantio de árvores e colocação das pérgolas, por exemplo, foi desenvolvido pela arquiteta da Floram (Fundação Municipal do Meio Ambiente), Marisa Fonseca, que também é simpática à proposta da universidade. “Nosso trabalho de plantio não atrapalha o que está sendo proposto pela UFSC. O trabalho é interessante, traz algo a mais, especialmente em relação ao mobiliário urbano, divisão do estacionamento que privilegia o pedestre, objeto de arte que evoca água. O que foi feito não contemplou essas características”, explica Marisa.

As maquetes em exposição no shopping são as da área do trapiche e da Casan. A proposta prevê a inserção de um gigantesco painel mural contando a história da cidade, de mobiliário e equipamentos de lazer, todos concebidos como obras de arte pública. Caso a prefeitura resolva executar a proposta, o arquiteto afirma que repassaria os direitos autorais ao município que precisaria contratar os projetos necessários.

“A nossa proposta tem conceito e é baseada em arte pública, com obras de autores conceituados e valorização não só da paisagem, mas também da cultura local”, destaca o professor César Floriano.

(ND, 28/03/2011)



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