Cidade Criativa
27/03/2007
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27/03/2007

Floram promove plantio de 50 árvores

Diferentes atividades a favor da natureza foram realizadas, na manhã de ontem, em Florianópolis. A Fundação Municipal do Meio Ambiente (Floram) promoveu o plantio de 50 mudas de árvores no canteiro central em frente ao CentroSul. No Lago das Bandeiras, nas proximidades do Terminal Rodoviário Rita Maria foi assinado o termo de adoção da área pelo Laboratório Santa Luzia em parceria com o Laboratório Imagem. O superintendente da fundação, Francisco Rzatki, informa que as ações são o “pontapé inicial” para um projeto amplo de arborização em praças, ruas e outros locais públicos da cidade. “Estamos promovendo estudos paisagísticos para detectar as necessidades de cada área e apurar que tipo de espécies se adaptam melhor aos locais”, complementa.

O canteiro do CentroSul recebeu palmeiras Jerivá e ipê amarelo. “Além de embelezar a cidade, as plantas contribuem para neutralizar o efeito estufa em decorrência do intenso fluxo de veículos no local”, lembra Francisco Rzatki. Ele afirma ainda que as espécies plantadas são nativas e darão frutos no futuro, contribuindo para a alimentação da avifauna na área. “A escolha das plantas leva em conta as características do lugar escolhido”, afirma o superintendente. Francisco explica que as palmeiras Jerivá e o ipê amarelo já possuem dois anos, de modo que o efeito estético de sua presença na área será observado de imediato pela população.

Já a proposta para o Lago das Bandeiras é humanizar a área, mantendo as plantas nativas, como aroeira e jambolão, com a inclusão de outras espécies, informa a diretora de marketing do Laboratório Santa Luzia, Cristiane Tissot de Sousa. “A contribuição é uma forma de mostrar responsabilidade social com a cidade”, informa a empresária. O lago, localizado na entrada insular da Ilha, não recebe o tratamento adequado, principalmente por estar localizado na entrada da cidade. “Nosso apoio pretende servir de exemplo, não apenas aos outros empresários, mas também aos moradores”, diz Cristiane. A diretora acredita que as pessoas, ao perceberem o embelezamento das áreas públicas, também vão cuidar mais de seus próprios jardins. “O efeito é como se fosse uma sucessão de espelhos, revitalizando Florianópolis em macroprojeção”, complementa. As duas empresas vão investir R$ 25 mil no projeto e se responsabilizam pela manutenção da área por um ano, no mínimo.

(Gisa Frantz, A Notícia, 27/03/2007)

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2 Comentários

  1. Fernanda e Sara disse:

    muito interessante!!

  2. Jorge Cardoso disse:

    São piadas estas ações. É somente jardinagem, cósmético. Prova disso é o a venda de licenças ambientais por orgãos que deveriam proteger o ambiente. A nossa cidade precisa de algo concreto. Antes de plantar vamos presevar nosso meio ambiente. Chega de devastação. IBAMA, FATMA e FLORAM estão a serviço de quem mais tem poder monetário.

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