Não tem saída. As obras na Avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis, ainda devem causar muito transtorno aos motoristas, mas só podem ser realizadas com pista fechada e sol. Além das questões técnicas – necessidade de tempo bom para secar o asfalto –, a lei do silêncio impede que o trabalho seja executado à noite. De acordo com a Secretaria de Obras da Capital, a segunda fase da recuperação asfáltica da principal via central vai demorar pelo menos mais 10 dias úteis, prazo que pode aumentar dependendo da chuva. Além do trânsito, a greve dos Correios e dos bancos sacrifica a rotina na Capital. Saiba como evitar os transtornos.
A obra na Beira-Mar
– O trabalho de recuperação do asfalto é dividido em três fases: 1º) retirada do asfalto com problemas em pontos críticos (fresagem) e reposição; 2º) acabamento, com aplicação de uma camada asfáltica, conhecida popularmente como lama asfáltica, que regulariza as intervenções (os cortes, feitos na primeira etapa). A lama evita infiltrações e consequentes danos nas estruturas básicas do asfalto. Para essa fase é necessário fechar a pista, aplicar a camada e esperar a secagem por duas ou três horas; 3º) finalização, com a sinalização horizontal da pista (pintura de faixas).
– Quanto deve durar?
A previsão do secretário de Obras, José Nilton Alexandre, é de que o tratamento do asfalto dê uma durabilidade de cinco anos às pistas. O professor de Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Glicério Triches, afirma que a durabilidade deve ser de aproximadamente dois anos. Para o professor, dependendo de como vai se comportar o asfalto, não será necessária a fresagem profunda, o que pode diminuir um pouco o tempo da futura obra.
– Previsão da obra
O contrato prevê 40 dias úteis de trabalho, ou seja, dias úteis com sol e pista seca. O secretário afirma que, em contato com a empresa, foi acertada a redução para 10 dias úteis de trabalho. Mesmo assim, não é possível saber ao certo a data do fim da obra, já que a continuidade dos trabalhos vai depender do clima.
– Qual o trecho da obra?
A recuperação será feita da altura do trapiche da Beira-Mar Norte até o Elevado Vilson Kleinübing (elevado do CIC). Conforme o secretário, são mais de 100 mil metros quadrados de asfalto.
– A recuperação terá outra etapa?
Sim. O trecho entre o trapiche e a Ponte Hercílio Luz também deve ser recuperado. A licitação está em fase final de elaboração e deve ser aberta no início de novembro. A obra começará depois da temporada de verão. Para amenizar a situação antes disso, se for necessário, equipes da prefeitura devem fazer operações tapa-buracos no trecho.
– Há necessidade de fazer a obra somente durante do dia?
Segundo o secretário José Nilton Alexandre, essa opção é a única que se enquadra nesse projeto. Glicério Triches confirma que, pelo tipo de alternativa escolhida, a recuperação realmente só pode ser feita durante o dia.
– A tecnologia usada é a melhor para a recuperação do asfalto?
Este modelo não é necessariamente o único e melhor a ser usado. Para o professor Triches, a lama asfáltica poderia ser trocada pelo microrevestimento. Também é necessário realizar a obra de dia, mas em duas a três horas a pista pode ser liberada. O microrevestimento é um tipo de produto asfáltico mais caro. Mas, para o professor, a diferença de custo não justifica o transtorno da população e os custos que cada motorista terá com o trânsito complicado por tanto tempo.
– Quais os horários em que a avenida ficará interrompida?
Todos os dias adequados para a obra, das 6h às 17h.
(DC, 25/09/2009)
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