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Após transtornos, Prefeitura de Florianópolis quer guincho 24 horas no entorno das pontes de acesso à Ilha de SC

Após o transtorno no trânsito da manhã desta segunda-feira (11), a Prefeitura de Florianópolis afirmou que planeja uma solução para a liberação mais rápida do fluxo de veículos próximo às pontes Pedro Ivo e Colombo Salles. Conforme a Guarda Municipal, a ideia é ter um serviço de guincho 24 horas nas proximidades das duas estruturas.

Na manhã desta segunda, um ônibus parado por mais de quatro horas na entrada da cidade, próximo ao Terminal Rita Maria, provocou problemas no trânsito. O veículo ficou das 4h30 até as 9h na faixa de rolamento da direita, na curva do acesso para as avenidas Beira-mar Norte e Paulo Fontes, logo após a saída da Ponte Pedro Ivo Campos.

A prefeitura afirma que quer fazer o chamamento ainda nesta semana.

“Que a gente possa estabelecer com alguma empresa que tenha a intenção de explorar a publicidade e o espaço público de Florianópolis como meio de publicidade. E a contrapartida vai ser a liberação da ponte e o seu entorno, seja para veículos leves ou pesados, o posicionamento de um guincho que vai ficar ali na cabeceira da ponte”, disse o comandante-geral da Guarda Municipal, Ivan Couto.

Também se estuda a possibilidade de que o veículo para o socorro fique na parte insular ou continental da capital dependendo do horário de maior movimento. “Para o final de tarde, seria interessante que o guincho já fique na ilha para alguma intervenção na Colombo Salles”, exemplificou o comandante.

Com a proposta, evita-se que o serviço precise vir de cidades vizinhas, como Palhoça e Biguaçu, o que causa demora porque o veículo também precisará enfrentar o trânsito.

Transtorno pela manhã
Os passageiros do ônibus que quebrou, que partiu de Porto Alegre (RS), foram transferidos para outro veículo. Segundo o motorista, foram identificadas falhas mecânicas que impediram dar continuidade na viagem.

Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram registradas filas na BR-282 e nas pistas de sentido Sul da BR-101.

A Guarda Municipal acompanhou os trabalhos para a retirada do ônibus feita por um guincho.

Demora para tirar ônibus
Logo que a Guarda Municipal sinalizou, foi chamado o guincho. O comandante explicou que eles fizeram contato com uma empresa licitada, que aí ligou pra um guincho que fica em Palhoça.

Como ele estava demorando, os guardas pararam outro guincho que estava passando pelas proximidades, às 6h40. O problema é que o ônibus não saía do lugar. Como ele teve uma pane elétrica, o sistema de ar não funcionava e as rodas ficaram travadas.

Nesse meio tempo, os mecânicos da Eucatur – empresa dona do ônibus – estavam tentando destravar as rodas. Só que o mecânico que sabe fazer isso saiu direto de casa – sem a caixa de ferramentas – porque achava que era um problema mais simples.

Por isso foi necessário chamar um carro para levar as ferramentas e destravar as rodas. Porém, esse automóvel saiu de São José e ficou parado na fila. As ferramentas chegaram somente às 8h15.

O guincho que a empresa licitada tinha enviado não tinha capacidade para segurar um ônibus. Nesse período, a Guarda Municipal já tinha chamado um segundo guincho, que uma empresa de ônibus de Biguaçu emprestou. Ele chegou às 8h40.

A Eucatur não respondeu os questionamentos da NSC TV.

(G1SC, 11/03/2019)

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