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Pescadores fazem últimos preparativos para abertura da pesca da tainha em Florianópolis

Com a morte do pescador Getúlio Manoel Inácio, em janeiro de 2018, o legado da pesca da tainha continua com o genro Ivanir Aroldo Faustino, 45, que assumiu a função de patrão de um dos ranchos de pesca mais tradicionais da Ilha de Santa Catarina, no bairro Campeche, em Florianópolis. Conforme a portaria do Ministério da Pesca e Aquicultura e do Ministério do Meio Ambiente, a safra da tainha é aberta no dia 1º de maio, mesma data da realização da missa que marca a abertura da temporada. A embarcação Glória e as redes deixadas por Getúlio voltarão para o mar pelas mãos de seus colegas de pesca artesanal.

Há 50 dias, os pescadores estão diariamente no rancho do Getúlio preparando os últimos detalhes. A novidade neste ano é a rede de pesca que estava sendo confeccionada pelo pescador que faleceu no início do ano. “Estamos colocando os chumbos e as cortiças na rede, mas também estamos arrumando as embarcações, os remos e os coletes salva-vidas. Precisamos deixar tudo pronto em duas semanas, porque a partir de maio gastamos as energias somente com a pescaria”, comentou Ivanir.

O rancho de pesca do Getúlio reúne cerca de 80 homens. Além do patrão, os pescadores são divididos em ajudante, cozinheiro, vigia, remeiro e chumbeireiro. Normalmente, cada embarcação é composta por seis homens. São quatro remeiros, divididos em ré, contra ré, contra proa e proa, além de um chumbeireiro e do patrão.

Para o remeiro Liberato Jorge Braz, 62, quando estão no mar, a responsabilidade é igual para todos os pescadores. “O patrão comanda o leme, o chumbeireiro tem a missão de colocar a rede no mar e amarrá-la quando necessário. Mas quem faz força de verdade são os remeiros, que precisam receber a informação correta do vigia”, afirmou.

A missa de abertura da pesca da tainha acontece no dia 1º de maio, às 8h, na praia do Campeche.

(Veja Matéria completa em ND, 16/04/2018)

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