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Lançamento das obras de despoluição da Beira-Mar Norte acontece quinta-feira

Está programado para a quinta-feira, 15, às 9h, o início das obras de despoluição da Beira-Mar Norte, em Florianópolis, projeto anunciado em outubro do ano passado. O evento inaugural será aberto ao público e acontecerá na altura do Bolsão da Casan, com a apresentação de um vídeo explicando o projeto de balneabilidade.

Participarão do ato o governador Eduardo Pinho Moreira, o prefeito Gean Loureiro e o presidente da Casan Valter José Gallina. O projeto prevê a recuperação ambiental de três quilômetros e meio de praia, da Ponte Hercílio Luz à Ponta do Coral.

Quando houve o anúncio da intenção de despoluir a Beira-Mar Norte, em outubro de 2017, Gean Loureiro e Valter Gallina assinaram o edital para a contratação do projeto estimado em R$ 24,5 milhões, com previsão de término em 8 meses após o início das obras. Depois, serão precisos mais três meses para a despoluição daquele trecho da Baía Norte.

A proposta não é exatamente inédita. Já em 1989, quando foi eleito prefeito de Florianópolis, o agora deputado federal Esperidião Amin prometeu despoluir as baías Norte e Sul e colocar um guarda-sol na Avenida Beira-Mar Norte. É claro que isso não saiu do papel. Depois, em 2012, um projeto bilionário foi enviado ao Ministério do Planejamento, mas foi engavetado.

A diferença da proposta atual, segundo os técnicos da Casan, é que apenas a orla da Beira-Mar Norte será despoluída — um empreendimento mais realizável. De acordo com o presidente da Casan, os coliformes fecais (bactérias responsáveis pela transmissão de doenças) se movimentam apenas com a força das correntes, chegando, no máximo, a 150 metros de distância de onde foram despejados. Ao entrar em contato com a água salgada, essas bactérias morrem em aproximadamente uma hora.

O projeto

Para levar adiante a ideia de despoluir a orla da Beira-Mar Norte, será instalada junto à Estação Elevatória da Casan (área conhecida como Bolsão) uma Unidade Complementar de Recuperação Ambiental (URA), que vai tratar a água contaminada da rede de drenagem antes de lançá-la ao mar. De acordo com a Casan, a URA terá capacidade de tratar quase 13 milhões de litros por dia.

Para isso, cada uma das saídas da rede de drenagem (aquelas tubulações de cimento) receberá um sistema próprio de captação e bombeamento. Assim, serão de 15 a 20 pequenas estações elevatórias conduzindo a mistura de chuva com esgoto até a URA.

(Hora de Santa Catarina, 14/03/2018)

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