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Relação entre desastres naturais, saúde e geografia será abordada com apoio do Proeventos

Até 12 de março são aceitas inscrições para o Seminário Estadual de Geografia da Saúde, que acontecerá nos dias 22 e 23 do mesmo mês, com apoio da FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do estado de Santa Catarina).

“Vamos estudar saúde pública brasileira pela perspectiva da geografia”, explica o Prof. Eduardo Augusto Werneck Ribeiro, do Instituto Federal Catarinense (IFC), que organiza o seminário juntamente com os professores Antonio Marco Mattedi, da Universidade Regional de Blumenau (FURB) e José Roberto Machado, do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC). “Teremos dois dias em que vamos conhecer os trabalhos que já acontecem ou que podem acontecer com o apoio dos pesquisadores que já militam e os novos que estão interessados em trabalhar conosco”.

O seminário terá como objetivo adicional a homologação de dois temas de estudo pouco tratados nos simpósios anteriores, para serem abordados em 2019, quando Santa Catarina receberá o XI GEOSAUDE. O primeiro será Educação Profissional para o SUS. “É importante lembrar que milhares de trabalhadores brasileiros não tiveram acesso à educação, tanto do ponto de vista geral quanto do profissional. Muitos que ingressaram no mercado de trabalho em saúde também não tiveram possibilidades de concluir seus estudos. Dessa forma, a reordenação das práticas de saúde e a regionalização da assistência apontam para a necessidade de qualificação e formação de pessoal de nível básico e técnico para atuar tanto na atenção básica quanto na média e alta complexidade, no apoio diagnóstico, vigilância em saúde, informação, desenvolvimento e gerência de processos e funções intermediárias”, acrescentou o professor do IFC, Campus Blumenau.

O segundo tema será Desastres naturais e a Atenção Básica do SUS. Embora os desastres chamem a atenção quando resultam em grande número de óbitos ou destruição, pequenos deslizamentos e inundações – ou mesmo períodos de seca – podem demandar Atenção Básica do SUS, justificando sua avaliação pelo viés geográfico.

Histórico

Desde o início deste século, a comunidade geográfica brasileira se interessa cada vez mais pelo debate da saúde coletiva, sendo um marco desse processo a realização do I Simpósio Nacional de Geografia da Saúde – GEOSAUDE, em dezembro de 2003, na cidade de Presidente Prudente (SP). Desde então, a cada dois anos têm ocorrido outros simpósios, reunindo os pesquisadores da geografia no desafio de compreender novos significados da saúde e da vida na cidade ou no campo, do sentimento de pertencimento a uma comunidade e dos processos geradores do interesse coletivo e da identidade daqueles que moram em cada lugar. Assim, os resultados obtidos na interface da geografia e saúde fazem parte de um sistema de ideias em evolução e de um movimento mais amplo de consolidação do campo da saúde coletiva, o que precisa ser aprofundado.

Mais no site do evento: https://sites.google.com/view/seminario-geosaude-sc/p%C3%A1gina-inicial.

(FAPESC, 06/02/2018)

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