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Livro resgata a batalha pela restauração das fortalezas da Ilha




Da Coluna de Carlos Damião (Notícias do Dia, 10/08/2017)

O jornalista e historiador Celso Martins e o empresário Armando Gonzaga começaram em 2012 a organizar e escrever o livro “Memórias das Fortalezas – Ilha de Santa Catarina”, que será lançado na terça-feira, 15 de agosto, às 18h30, no CIC (Centro Integrado de Cultura). Trata-se de uma das mais importantes obras já publicadas sobre as principais fortalezas construídas no século 18 para compor o sistema defensivo da Ilha de Santa Catarina.

Ameaçadas pelo desgaste do tempo e pelo descaso de autoridades, as fortalezas encontraram em Armando Gonzaga, falecido em 2016, um protagonista incansável. Durante mais de 40 anos ele lutou para recuperar essas edificações, tombadas pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) a partir de 1937.

Anhatomirim (Santa Cruz), São José da Ponta Grossa e Ratones Grande foram três das fortalezas restauradas, com apoio da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e do próprio Iphan. Outras, como Santa Bárbara e Santana, também foram recuperadas e preservadas. Na primeira está o Museu Naval e a segunda tem, no seu entorno, o Museu de Armas da Polícia Militar e Ponte Hercílio Luz.

Armando Gonzaga tinha um acervo documental imenso, com plantas, fotografias, correspondências, mapas, recortes de jornais e revistas. Esse acervo foi fundamental para a composição do livro, que destaca também depoimentos dos arquitetos Luís Saia, Cyro Corrêa Lyra, José de La Pastina Filho e Dalmo Vieira Filho, além de relatos históricos.

O projeto é uma realização da Rede Marketing Cultural, e pela Lei Rouanet os patrocinadores da edição foram a Clemar Engenharia, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Engie.



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