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Moradora de São José cultiva mudas de plantas para doar à comunidade na Beira-Mar do município




Elizabeth Bunn Bartilotti, 60, resolveu há quase três anos fazer sua parte em busca de um planeta melhor com pessoas mais saudáveis. Desde a saída dos dois filhos de casa, e a mudança de uma casa para um apartamento, Elizabeth faz mudas de plantas medicinais, temperos e Pancs (plantas alimentícias não convencionais) e doa à comunidade. Nesse tempo ela já distribuiu mais de mil mudas.

A horta que dá origem às mudas que vão para doação em uma segunda horta, feita na avenida Beira-Mar de São José, fica no bairro Campinas, na antiga casa da família. “Fiquei com pena de vender a casa com tanta planta importante, sabia que tudo isso poderia acabar, e resolvi ficar com a casa e continuar com a horta”, explica Elizabeth. O trabalho com as mudas foi algo que ela buscou para ocupar a cabeça e fazê-la feliz após a mudança de vida.

Na casa, Elizabeth acredita que há mais de 70 espécies de plantas, e todas ela sabe de cabeça o nome, a função, e como deve ser consumida. Sua maior preocupação atualmente é com os agrotóxicos e transgênicos. O veneno, usado para espantar os insetos das plantações, tem sido cada vez mais lembrado por causa das doenças nos consumidores, por isso, ela enfatiza o consumo de plantas orgânicas.

Ela confessa que é difícil encontrar os produtos sem agrotóxico em qualquer lugar, por consequência, é raro quem consegue se alimentar exclusivamente de verduras e frutas sem o veneno. Porém, Elizabeth faz o que pode, e garante orgulhosa que consegue encher um prato com as saladas que encontra em seu terreno.

Para ela, não tem segredo para fazer uma boa horta, basta uma boa terra, regar com frequência (com cuidado, pois cada tipo de planta precisa de um tanto de água específico), e adubo natural, como pó de café e cascas de frutas e verduras.

Depois da muda pronta no terreno em Campinas, Elizabeth a leva até a horta localizada na Beira-Mar de São José, entre o Centro Multiuso do município e a pista de caminhada. “Minha maior alegria e realização é chegar na horta e ver as pessoas empenhadas na busca de um novo tempero para plantar em casa, ou deixando um pé novo no espaço”, conta ela, que cuida do local como seu próprio jardim.

Leia na íntegra em Notícias do Dia Online, 14/03/2016.



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