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Artigo de Francisco Karan – médico, membro da Academia Catarinense de Medicina (DC, 06/11/2013)
Há alguns meses está em discussão o contrato entre a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Autopista Litoral Sul para duplicação da rodovia BR-101 e contorno viário da Grande Florianópolis. A ANTT é órgão do governo federal e a Autopista Litoral Sul a empresa construtora contratada que em cinco anos realizou menos de um terço do projeto, mas há anos cobra pedágio, o que ainda não poderia fazer. Levou assim centenas de milhões de reais e deixou de investir outras centenas de milhões, o que era sua obrigação, de acordo com o contrato divulgado pela imprensa.
Ainda de acordo com o que tem sido noticiado, os órgãos fiscalizadores aplicaram diversas multas e a diretoria da ANTT em Brasília as fechou na gaveta. Nosso Estado conta com 16 deputados federais e três senadores para nos defenderem em Brasília. Só ouvimos Esperidião Amin protestando até agora. Se outros também protestaram, não soubemos.
Indignados, os prefeitos da Grande Florianópolis, liderados por Cesar Souza Junior, foram ao ministro Cesar Borges, dos Transportes, que demonstrou alta noção de responsabilidade, chamou a Autopista e deu-lhe dois meses de prazo para apresentar projeto e iniciar trabalho com urgência.
Temos 16 deputados federais, três senadores, o Ministério dos Transportes, uma presidente da República, grandes canais de televisão, grandes jornais e estações de rádio e, anos a fio, acontece um desleixo como esse. Quantos fatos como esse acontecem em outros ministérios, quantos fatos também escabrosos, com pesados prejuízos para a população, ocorrem simultaneamente neste imenso Brasil de proporções continentais e 200 milhões de habitantes, acobertados pela cumplicidade criminosa de altas autoridades?

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