A nova enquete lançada esta semana no site floripamanha.org pretende levantar a opinião dos internautas sobre os desafios para Floripa sediar a Copa do Mundo de Futebol em 2014. A decisão da FIFA sobre as cidades-sede deve sair em março, e a capital catarinense tem boas chances na disputa. O tema foi pauta do programa Conversas Cruzadas, da TVCOM, na segunda-feira (02/02), quando a FloripAmanhã participou através de Antonio Barbosa, Diretor da Câmara de Turismo.

Caso seja escolhida, qual seria o maior desafio da cidade para receber a Copa do Mundo em 2014?

- Modernizar e ampliar o aeroporto Hercílio Luz;
- Adequar o sistema de transporte;
- Melhorar a infraestrutura hoteleira
- Dispor de saneamento básico em todo o município
- Ter uma rede hospitalar em condições de atender os visitantes;
- Fornecer água e energia elétrica de modo estável e suficiente

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3 comentários para 'Qual o maior desafio de Florianópolis para sediar a Copa 2014?'

  1. WELLINGTON Diz:

    Isso é básico, deveria(deveria!)acontecer com ou sem Copa do Mundo. Outro desafio é minimizar a roubalheira dos políticos com a grana proveniente do Governo Federal.

  2. Ernesto São Thiago Diz:

    É preciso destacar que o desafio não é só de Florianópolis e sim de todos os municípios com ela conurbados pelas Baías Norte e Sul, vale dizer, Palhoça, São José, Biguaçu e Governador Celso Ramos.
    A implantação do Gerenciamento Costeiro, da infra-estrutura náutica (incluindo-se aí portos turísticos) e do transporte marítimo são o maior desafio, haja vista que historicamente tanto a iniciativa privada quanto o poder público negligenciaram o assunto.
    Havendo ligações marítimas entre estes municípios e entre toda a região e portos turísticos de outras localidades do Brasil e do exterior talvez nem sejam menores os investimentos necessários no aeroporto, em rodovias, etc.

  3. Enio Lima Diz:

    Na área de transporte urbano especial atenção deverá ser dada na concessão atual da frota de táxis da Capital e Grande Florianópolis. Todo o sistema parece estruturado em bases não confiáveis. O melhor seria a estatização, quando então poderiam ser contratados motoristas realmente competentes e punir os que cometerem infrações. Uma frota moderna e adequada a cada necessidade com motoristas bem uniformizados e com diálogo em lingua estrangeira.


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