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FloripAmanhã provoca debate sobre Segurança Pública

Alaor TissotRepresentantes de órgãos públicos municipais e estaduais, entidades e sociedade civil participaram na útima terça-feira (6/6), no Auditório da ACIF (Associação Comercial e Industrial de Florianópolis), da discussão sobre o tema Segurança Pública. O debate foi provocado após divulgação da pesquisa “Avaliações e Percepções da Segurança Pública em Florianópolis”, realizada pelo Instituto Mapa. O relatório apresentou dados relevantes sobre o sentimento da população em relação à violência na Capital.

Apesar das ações pontuais emergências apontadas durante o evento, como treinamento adequado, bons salários, melhores condições de trabalho para os profissionais de segurança pública, constatou-se, através da pesquisa, que a população está se precavendo de forma paliativa. Seis em cada dez pessoas já evitaram sair para passear em determinados locais da cidade; um terço já evitou sair de casa em alguma ocasião e um pouco mais de um décimo (13%) já mudaram o horário de sair do trabalho por causa do medo ou insegurança.

Na opinião de Alfonso Becker, representante da Secretaria de Segurança Pública, a população já não sabe mais como se defender e desacredita na atuação dos órgãos públicos, que diante a realidade que vivem servem como “alvos da violência”. “Perdemos o sentimento de impunidade e nos sentimos desarmados. A impressão que temos é que tudo é permitido, e ninguém é punido. Cadeias, salários melhores, treinamento, são fatores fundamentais, mas necessitamos de uma justiça mais rápida”, falou.

A educação foi a palavra que resumiu o debate. A falta de oportunidade que crianças e jovens enfrentam para estudar e se qualificar para o mercado de trabalho acaba dando espaço para um outro vilão bem mais tentador, o tráfico de drogas. Este item foi apontado na pesquisa como a principal ameaça ao controle da violência na cidade. Em seguida vem o desemprego. “Todos nascemos com potencialidades, se não a desenvolvermos para o bem por falta de oportunidades, o efeito é o que está nas ruas. A educação é a chave de todas as portas”, explicou o presidente do Movimento FloripAmanhã, Alaor Tissot (foto).

Baixe o arquivo “power point” com a apresentação da pesquisa e comentários.

Confira a íntegra da pesquisa promovida pelo FloripAmanhã.

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